30/05/2012

Banco de itens é desafio para exame seguro


Agência de Notícias da Polícia Federal

28/05/2012
Inep não revela número de questões pré-testadas; em 2011, quantidade era tida como insuficiente
O Ministério da Educação (MEC) luta contra o tempo para equacionar um dos principais desafios já declarados para que o Enem tenha uma edição sem problemas em 2012: contar com um banco de itens em número considerável e seguro. A quantidade desse corpo de questões é tratada com sigilo no MEC, que realiza mutirão para compô-las.
O Banco Nacional de Itens do Inep é composto por questões usadas em diversas provas aplicadas pelo governo Federal, como Enem, Prova Brasil e Enceja.
Desde 2009, quando se tornou vestibular, o Enem acumula falhas. Em 2011, esse banco esteve na berlinda. Mais de dez itens que foram pré-testados em um colégio no Ceará em 2010 caíram no Enem do ano passado, colocando em dúvida se o Inep contava com um número de questões considerado seguro.
O Estado solicitou por dois dias na semana passada o número de questões já arquivadas e pré-testadas. Também foi solicitada a informação de quantas questões seriam produzidas até a realização do exame. A solicitação não foi atendida e a reportagem apurou que esse é um tema que se tornou "sigiloso".
No fim do ano passado, as informações eram de que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas educacionais (Inep) contava com 6 mil itens, menos da metade do número considerado ideal - entre 15 mil e 20 mil.
Por causa do modelo adotado pelo Enem de Teoria de Resposta ao Item (TRI), as questões precisam ser pré-testadas para que sejam calibradas em níveis de dificuldades, possibilidade de acertos e probabilidade de chute. Na prática, a TRI confere peso diferente a cada questão de acordo com o desempenho de cada candidato nas questões.
A nota do candidato não depende de quantas questões ele acerta, mas sim da dificuldade dos itens respondidos. Assim, dois candidatos com o mesmo número de acertos podem ter pontuações diferentes. A TRI ainda permite que a prova seja comparável no decorrer dos anos - pelo menos desde 2009.
Em março, o MEC iniciou um mutirão para compor questões. A pasta instituiu a realização de oficinas de elaboração e revisão de itens em parceira com 24 universidades federais para compor o Banco Nacional de Itens.
A portaria que instituiu a parceria ainda permitiu que os professores dessas universidades possam ser convocados a qualquer momento para eventuais oficinas de "força-tarefa", caso o MEC identifique necessidade de elaboração de mais itens de alguma área específica. / P.S.
Um caderno de exercícios distribuído a alunos do Colégio Christus, em Fortaleza, dez dias antes do Enem de 2011 continham 14 questões que caíram no exame. As questões vazaram de um pré-teste realizado na escola um ano antes, conclui a Polícia Federal. O MEC anulou os 14 itens para 1.139 alunos da instituição. Eram estudantes do último ano do ensino médio e também matriculados no cursinho.

17/05/2012

Mercadante anuncia prova para estudantes de 7 e 8 anos

Agência Estado
Em 17/05/2012

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro, que "precisa um estudo mais aprofundado para analisar" o aumento da taxa de reprovação no ensino médio em 2011 em relação aos anos anteriores. O índice, no entanto, é calculado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do próprio Ministério da Educação. A média nacional de reprovação ficou em 13,1% em 2011, e é a mais alta desde 1999, primeiro ano disponível para consulta no portal do Inep.
"Oscilações de um ano para outro sempre acontecem. Para avaliar o ensino, a taxa de reprovação é um dos indicadores de fluxo. O outro é a qualidade do aprendizado. Como o ensino médio é predominantemente estadual e nós tivemos mudanças de governo em muitos Estados no ano passado, novos secretários de educação, novas atitudes, novos procedimentos, talvez tenha aí alguma explicação. Mas eu não quero me adiantar antes de um estudo mais aprofundado", disse Mercadante, após participar do 24º Fórum Nacional na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O ministro adiantou alguns pontos do programa "Alfabetização na Idade Certa", que deverá ser lançado em junho pelo governo. Será criado um exame nacional para estudantes de 7 e 8 anos, de todas as escolas públicas do País, para avaliar o seu desempenho em leitura e redação e matemática. A avaliação será nos moldes da Provinha Brasil, atualmente aplicada para crianças no segundo ano de escolarização da rede pública.
"Teremos uma avaliação diagnóstica, para orientação pedagógica, de leitura e redação e primeiras contas, com 7 anos. E depois com 8 anos, para sabermos como foi a evolução do programa. E por que 7 e 8 anos? Porque o primeiro ciclo de formação continuada é entre 6 e 8 anos para o letramento. Então, as crianças que não estiverem prontas aos 7 anos, ainda podem ser trabalhadas para que se viabilizem nesse processo com 8 anos de idade. Estamos trabalhando para ter a adesão de todos os municípios e Estados. Vamos respeitar os projetos que já estão em andamento, fortalecer o que já está sendo feito e apoiar o que precisa ser apoiado".
Em sua apresentação, Mercadante apresentou dados do Censo Demográfico do MEC de 2010 que mostram que a taxa de crianças com 8 anos não alfabetizadas nos Estados do Nordeste e Norte é bem superior à média nacional, de 15,2%. "Há Estados no Brasil em que uma em cada três crianças não aprende a ler e escrever na escola até 8 anos. Isso não pode continuar. A creche e a pré-escola estimulam esse processo. O programa será focado para que as crianças saibam ler e escrever e dominem as primeiras contas, porque essas duas ferramentas são decisivas para toda a vida escolar".

Nota de esclarecimento da Vetor sobre a situação do PMK junto ao CFP

Se publiquei o esclarecimento do CFP quanto à retirada do PMK da lista de testes favoráveis, apresento a nota de esclarecimento da Vetor Editora sobre o assunto.

Em 16 de maio de 2012, por Vetor Editora.

A VETOR Editora vem a público esclarecer a sociedade e, principalmente a respeitada categoria de psicólogos(as), acerca da situação atual do Teste Psicodiagnóstico Miocinético – PMK perante o Conselho Federal de Psicologia – CFP.


Como já é de conhecimento geral, na presente data de 16 de maio de 2012, o XV Plenário do CFP publicou no site oficial da instituição a informação, oriunda de decisão proferida pelo seu conselheiro presidente Humberto Verona, de que o Teste PMK encontra-se com uso proibido por psicólogos para o exercício de suas atividades profissionais. 

A assim denominada "Nota de Esclarecimento do CFP sobre o teste psicológico PMK" (disponível em http://www.pol.org.br/pol/cms/pol/noticias/noticia_120515_001.html# ), também assinada pelo Instituto Brasileiro de Avaliação Psicológica – IBAP, teve como base o parecer desfavorável ao instrumento emitido pela Comissão Consultiva em Avaliação Psicológica – CCAP do CFP, que integra a atual estrutura do Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos – SATEPSI, presidido no momento pelo psicólogo Ricardo Primi. 

Cumpre esclarecer a todos que o processo de avaliação/revalidação do Teste PMK vem se caracterizando por uma inexplicável sequência de falhas, arbitrariedades e descumprimentos de normas institucionais ditadas pelo CFP em suas próprias Resoluções. As injustificáveis ações da instituição que assegura defender a sociedade sob o lema "Cuidar da Profissão" levou a VETOR Editora, no início do ano, a impetrar o mandado de segurança nº 0005933-51.2012.4.01.3400 perante a 6a Vara Federal da Primeira Região, em Brasília-DF, com pedido de ordem liminar, para resguardar os interesses da empresa e da categoria de psicólogos em sua boa prática profissional, buscando a preservação do consagrado Teste PMK. 

Tamanhas eram as evidências da danosa ação do CFP no que tange ao processo de revalidação do Teste PMK que o Meritíssimo Juiz Federal Bruno César Bandeira Apolinário concedeu, imediatamente, a liminar requerida no referido mandado de segurança, proibindo o CFP de publicar qualquer informação que descredenciasse o PMK. Como forma de respeito, transparência e lisura, todos os documentos citados encontram-se disponíveis na Editora para consulta dos interessados. 

Mais uma vez, no entanto, com profunda estranheza e indignação, a VETOR Editora foi surpreendida, nesta manhã do dia 16 de maio de 2012, com um comunicado do CFP à sociedade de que o Teste PMK está reprovado pelo CFP para o exercício profissional dos psicólogos. O comunicado, publicado durante a madrugada, já causou uma corrida aos distribuidores estaduais da VETOR, por parte dos profissionais envolvidos na atividade de aplicação de testes psicológicos de personalidade, para substituição do PMK. 

No referido comunicado, o CFP não esclarece do modo como deveria, que, em sede de recurso ao parecer desfavorável ao PMK, a própria VETOR Editora já apresentou à instituição, desde fevereiro de 2012, material para análise, reconsideração e revalidação, aguardando desde então um posicionamento daquele Conselho. Frise-se que o material em questão foi elaborado sob a produção e coordenação do respeitado Prof. Dr. Luiz Pasquali e sua equipe. 

Em consequência ao inesperado comunicado do CFP da madrugada de hoje, a VETOR Editora vê-se, agora, obrigada a suspender temporariamente a comercialização do Teste PMK para uso profissional da categoria. Ao mesmo tempo, informa a todos que a VETOR já está tomando todas as medidas jurídicas necessárias para reverter a lastimável situação criada pelo CFP no encerrar do ano temático da Avaliação Psicológica. 

Diante do completo desconhecimento dos motivos explícitos que levam o CFP a uma antecipada e inconsequente notícia pública de reprovação do Teste, com repercussões negativas imediatas não apenas à Editora, mas à classe dos psicólogos e à sociedade civil em geral, a VETOR Editora vem comunicar publicamente seu repúdio ao mencionado comunicado do CFP. 

A referida Nota de Esclarecimento do CFP informa que as avaliações realizadas com o Teste PMK até o dia 09 de maio são consideradas válidas e novas avaliações a partir do dia 10 de maio estariam proibidas. Contudo, a publicidade da notícia foi realizada apenas no dia 15 de maio. Nesse sentido, não temos qualquer informação oficial a repassar aos colegas psicólogos quanto aos procedimentos ocorridos entre o dia 10 e o dia 15 de maio. Implicações sobre a nulidade das Avaliações para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação – CNH, porte arma, processos seletivos privados, concursos públicos e eventuais prejuízos morais e financeiros aos psicólogos ou sujeitos avaliados desse período deverão ser esclarecidas pelo próprio CFP. Solicitamos a todos aqueles que se consideram prejudicados pela situação instaurada, entrarem em contato com o CFP pelos canais: (61) 2109-0100 ; www.pol.org.br ; gerencia@pol.org.br. 

Contamos com a compreensão de todos e agradecemos aos psicólogos, amigos e parceiros que ajudaram a construir a história da VETOR Editora nos seus respeitados 45 anos de verdadeira contribuição à psicologia brasileira. 



São Paulo, 16 de maio de 2012. 




16/05/2012

Nota de Esclarecimento do CFP sobre o teste psicológico PMK


15.05.2012 Psicologia OnLine

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) em seu papel de autarquia responsável por orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de psicólogo no país, garantir a qualidade técnica dos serviços e produtos oferecidos pela categoria de psicólogos e mediar as relações da profissão com a sociedade, conforme prevê a Lei 5.766/71, vem a público esclarecer os motivos pelos quais o teste Psicodiagnóstico Miocinético – PMK está com parecer desfavorável para uso profissional por psicólogos.

Devido à necessidade de aprimoramento e melhoria na qualidade dos testes psicológicos, o CFP editou a Resolução CFP Nº 025/2001 e, posteriormente, a Resolução CFP Nº 002/2003, para regulamentar o uso, a elaboração e a comercialização de testes psicológicos, instituindo a análise desses instrumentos utilizados pelos profissionais da área.

Desde então, vários testes psicológicos foram avaliados pela Comissão Consultiva em Avaliação Psicológica, por pareceristas de notório saber na área de Avaliação Psicológica que são convidados para analisarem e emitirem parecer sobre os testes encaminhados ao CFP, e pelo Plenário do CFP, conforme determina o artigo 8° da Resolução CFP n° 002/2003.

A partir disso, o teste psicológico PMK (PSICODIAGNÓSTICO MIOCINÉTICO) – 2001, da Editora Vetor foi julgado favorável para uso profissional das(o) psicólogas(o) a partir de 2003.

Já em 2009, o CFP recebeu, para análise, o material PMK – Psicodiagnóstico Miocinético: Novos Estudos 2009, que seguiu toda a tramitação prevista na Resolução CFP nº 002/2002 e foi considerado desfavorável.
 
O parecer favorável do teste Psicodiagnóstico Miocinético - PMK (2001) baseou-se na premissa de que aquele manual continha informações mínimas, consideradas suficientes que consubstanciaram o parecer. Entretanto, os estudos realizados durante o período que decorreu entre a aprovação inicial e o manual PMK – Psicodiagnóstico Miocinético: Novos Estudos 2009 ora apresentado, revelaram claramente as falhas em aspectos centrais do PMK. Mais especialmente, a realização dos novos estudos permitiu concluir que a proposta de interpretação das variáveis apresenta problemas relevantes.

Em razão da existência de mais informações que consubstanciam evidências insuficientes de validade e precisão, a Comissão Consultiva em Avaliação Psicológica (CCAP), referendada pelo XV Plenário do CFP, concluiu que o PMK – Psicodiagnóstico Miocinético: Novos Estudos 2009 não atende aos requisitos mínimos obrigatórios, o que norteou a recomendação do instrumento como desfavorável para uso do psicólogo. Dentre os argumentos, destacam-se:

1. A fundamentação teórica é insuficiente e não permite compreender o que subsidia cientificamente a operacionalização das seis dimensões de personalidade por meio dos comportamentos psicomotores, de modo que não está clara a relação entre o pensamento e as emoções e os movimentos musculares;
2. Problemas foram identificados nos estudos de validade, de tal modo que não é possível afirmar que o teste mede de fato aquilo que se propõe a avaliar;
3. Os estudos de precisão foram considerados insuficientes.
Cabe esclarecer que o material “PMK: Novos Estudos 2009” trata de estudos de revisão para o manual do PMK (2001) aprovado anteriormente, e que o Art. 14, § 2o da Resolução CFP n° 002/2003 estabelece que os estudos de revisão devem concluir:

“I - se houve alteração na validade dos instrumentos requerendo mudanças substanciais no mesmo;
II - se houve alteração nos dados empíricos requerendo revisões menores ligadas às interpretações dos escores ou indicadores como, por exemplo, alterações de expectativas normativas, ou
III - se não houve mudanças substanciais e os dados antigos continuam sendo aplicáveis”.

Como o resultado da avaliação da CCAP e do XV Plenário do CFP referente ao material “PMK: Novos Estudos 2009” levou a conclusão “I”, isto é, que as informações empíricas apresentadas indicam a necessidade de alterações substanciais no instrumento, o CFP deve aplicar o regulamento do § 3o do Art. 14 da Resolução CFP n° 002/2003:

§ 3o - Caso haja necessidade de mudança substancial no instrumento, a versão antiga não poderá ser utilizada pelos psicólogos até que se estabeleçam as propriedades mínimas definidas nesta Resolução.

Por isso, o PMK – Psicodiagnóstico Miocinético (2001) passa a ser “desfavorável”, o que implica suspensão do uso profissional desse teste por psicólogos a partir do dia 16 de maio de 2012. As aplicações do teste PMK realizadas até o dia 15 de maio de 2012 e laudos e relatórios decorrentes delas permanecem válidos.

O Conselho Federal de Psicologia entende a avaliação psicológica como o processo técnico-científico de coleta de dados, estudos e interpretação de informações a respeito dos fenômenos psicológicos, que são resultantes da relação do indivíduo com a sociedade, utilizando-se, para tanto, de estratégias psicológicas – métodos, técnicas e instrumentos. Os resultados das avaliações devem considerar e analisar os condicionantes históricos e sociais e seus efeitos no psiquismo desde a formulação da demanda até a conclusão do processo de avaliação psicológica (Referência: Resolução CFP nº 007/2009).

Assim, compete ao psicólogo planejar e realizar o processo avaliativo com base em aspectos técnicos e teóricos, mais adequado a cada propósito, conforme previsão das Resoluções CFP n° 02/2003 e 003/2007.

A escolha do número de sessões para a sua realização, das questões a serem respondidas, bem como de quais instrumentos/técnicas de avaliação devem ser utilizados será baseada nos seguintes elementos:

a) contexto no qual a avaliação psicológica se insere;
b) propósitos da avaliação psicológica;
c) construtos psicológicos a serem investigados;
d) adequação das características dos instrumentos/técnicas aos indivíduos avaliados;
e) condições técnicas, metodológicas e operacionais do instrumento de avaliação.

O teste Psicodiagnóstico Miocinético - PMK é um dentre vários testes psicológicos usados no processo de avaliação psicológica. Nesse sentido, as(o) psicólogas (o) poderão escolher outros testes disponíveis no Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos - SATEPSI (www.cfp.org.br), para avaliar os construtos de personalidade que eram objeto de investigação do PMK.

Ademais, cabe ressaltar que novas revisões de testes psicológicos podem ser encaminhadas ao Conselho Federal de Psicologia a qualquer tempo, conforme dispõe o artigo 7º da Resolução CFP n° 002/2003.

Por isso, uma nova versão, intitulada “Psicodiagnóstico Miocinético – PMK, 2012” já está em análise pelo Conselho Federal de Psicologia que verificará se estes novos estudos atendem aos critérios mínimos obrigatórios estabelecidos na Resolução CFP n° 02/2003. Em caso positivo, o teste voltará à condição de favorável ao uso profissional por psicólogas(o).

O Conselho Federal de Psicologia – CFP espera que os esclarecimentos acima contribuam para o exercício da avaliação psicológica em todos os campos de atuação de profissão resguardando a qualidade e o compromisso social e ético dela com a sociedade.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA – CFP
INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA - IBAP
Referências:
Conselho Federal de Psicologia (2006). Relatório Final da Ação Conjunta de Fiscalização. Pesquisa Exploratória sobre o Processo de Avaliação Psicológica para Obtenção da Carteira Nacional de Habilitação. Brasília: Conselho Federal de Psicologia.
Silva, F. H. V. C., & Alchieri, J. C. (2010). Validade Preditiva de Instrumentos Psicológicos Usados na Avaliação Psicológica de Condutores. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 26(4), 695-706.
Sisto, F. F. (2010). Uma análise das evidências de validade brasileiras do PMK. Psico-USF, 15(2), 141-149.
 
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